Um Refrão para Desconhecidos e Íntimos


Público cumprimeta atores no camarim



Escrito por Refrão Anônimo às 15h35
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Marisa Lobo, Cristina - a atriz

Patrícia Wicenski, a bancária Alice



Escrito por Refrão Anônimo às 15h31
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À direita, João Fábio Cabral, o autor do espetáculo

Marcelo Galdino, o escritor Edgar

Rogério Harmitt, diretor do espetáculo



Escrito por Refrão Anônimo às 15h28
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Escrito por Refrão Anônimo às 16h34
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Um refrão para desconhecidos e quem poderia ser íntimos.

Alguém escreve para se comunicar com os outros. Alguém procura talento onde não há. Alguém procura encontrar uma saída em um emprego que só a esvazia. Alguém quer encontrar um sentido de prazer no ciclo infinito de repetição. O grande vazio junta todos os homens. Permeia e costura a história de cada um e transforma em uma música que rima com solidão. Histórias diferentes e mesmos sentimentos. O gênero humano entoa suas lamúrias particulares sem saber que participa de um imenso coro.
Trace cinco linhas na calçada de uma grande multidão e saberá que as pessoas compõem as notas da grande sinfonia de solidão.
“Alguém tá a fim de tc comigo?”
A vida é um refrão sem fim que ecoa sem parar nas pessoas desconhecidas mas profundamente íntimos na sua infinita solidão.


Bravo, João. Grande música.

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Escrito por Nick Farewell em seu blog "O Som e a Fúria"



Escrito por Refrão Anônimo às 16h30
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Escrito por Refrão Anônimo às 23h52
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Um refrão para desconhecidos e íntimos conta a história de cinco personagens que circulam pelas ruas de São Paulo, como em qualquer cidade do mundo. Num mundo de coincidências onde todos se cruzam, se relacionam, mesmo sem saber quem é quem, de onde são e quando se conheceram. Internet, desejos, sexo. Tudo discorre entre medos e prazeres. O tempo passa e, com ele, se fecha o círculo. As relações se aprofundam, se deterioram e se concretizam, fazendo nascer futuros prósperos, amores novamente perdidos e trazendo com tudo isso, um final que não existe. Histórias que se cruzaram pelo inevitável destino, despertando uma luta obscena de sobrevivência.

 



Escrito por Refrão Anônimo às 23h50
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